
Não há palavras suficientes no momento
Cerco-me de agradáveis lembranças
Tentando distorcer os fatos, calado
Fujo da realidade inevitável, incansável
Buscando abrigo em campo sem mata
Protegendo-me com amuletos ineficazes
Diblo a desilusão com ares zombateiros
Sorrisos forçados, mascarados, desfigurados
Contorcidos entre ferros distorcidos, atravancados
A dor já não basta, continua a fúria
A encenar em palco mentalizado
A obra prima da falsidade - alheia.
Alexandre Cesar Martins – 08 de abril de 2008
Cerco-me de agradáveis lembranças
Tentando distorcer os fatos, calado
Fujo da realidade inevitável, incansável
Buscando abrigo em campo sem mata
Protegendo-me com amuletos ineficazes
Diblo a desilusão com ares zombateiros
Sorrisos forçados, mascarados, desfigurados
Contorcidos entre ferros distorcidos, atravancados
A dor já não basta, continua a fúria
A encenar em palco mentalizado
A obra prima da falsidade - alheia.
Alexandre Cesar Martins – 08 de abril de 2008